sábado, 5 de julho de 2008

Prêmios aos melhores do semestre

Como todos sabem, a Escola de Comunicações e Artes é um lugar de respeito. Seja pelas produções acadêmicas que surgem em pesquisas, produções jornalísticas em forma de texto, áudio e/ou vídeo, ou até pelos grandes profissionais que surgem nas carreiras de artes, a ECA é o lar dos mais talentosos na área. Sendo assim, é justo que se crie prêmios para incentivar uma competição saudável dentro da faculdade, sempre buscando o crème de la crème.

E foi isso que aconteceu na última sexta-feira, uma data ingrata e talvez motivo pelo qual muitos de vocês não ouviram falar da premiação. Em um majestoso evento de muito garbo e elegância, todos os professores do Departamento de Jornalismo e Editoração reuniram-se no Auditório Freitas Nobre para premiar os melhores do 1º semestre de 2008. Pudemos ver a Profª Drª Mayra Rodrigues trajada com um belo vestido preto e branco, lembrando a magnata da ficção Cruella DeVil, tanto na elegância quanto na crueldade, já que trouxe sua assistente, Andréa, em uma coleira. [Fontes afirmam que o desejo de Mayra é conseguir liberação do Ibama para fazer um casaco com o couro da pobre assistente.]

Outro grande destaque foi o traje de Marília Pacheco. Usava uma echarpe bicolor marrom e cinza que confundia-se com suas belas madeixas, dando um ar de Medusa à mestra. Além disso, seus óculos Rayban que cobrem seu rosto quase que por completo também estavam presentes. O Prof. Cláudio Cerri também participou do evento, trajando... tênis, meias, calças e uma camiseta pretas, além de um moletom (preto) sobre os ombros.

O Prof. Proença, chefe de departamento, abriu a premiação dizendo como era um prazer estar organizando um evento tão importante para o departamento, para a faculdade, para a universidade e, quiçá, para o mundo. Ele completou seu discurso emocionante com algumas palavras de ordem. "E que fique claro: se qualquer coisa ocorrida aqui for postada no blog daqueles alunos infelizes, medidas extremas serão tomadas!", afirmou o baixinho professor. É claro que não nos intimidamos.

Depois da abertura, seguiu-se um discurso da Profª Alice Mitika sobre a importância daquele acontecimento para o jornalismo. Foi a oportunidade para todos presentes tomarem um cafezinho do lado de fora, conversarem sobre a vida e ainda aproveitarem os quitutes oferecidos por uma grande senhora ribeirão-pretana. Nessa hora, Vanessa assinou a lista para nós.

Com o discurso sonífero genial terminado, a premiação começou. O primeiro prêmio a ser oferecido foi o Prêmio Zumbi dos Palmares de Ouro. Quem teve a oportunidade de entregá-lo ao maior trabalhador do semestre, foi o Prof. Cláudio Cerri, que havia chegado 4h32min antes do início do evento e escrito na lousa do Freitas Nobre os nomes dos indicados. E apesar de Souza Ramos ter sido bem cotada, após passar dias madrugada a dentro fazendo trabalhos para as suas 931 optativas, o grande vencedor não podia ser outro: Id Cabid, estagiário da Folha, da Infomoney, da FIA, do Metrô News, do Jornal do Bairro da Saúde e do Jornal Clube Verdade de Ribeirão Preto. Infelizmente o premiado não pôde estar presente, pois estava trabalhando em um frila para o New York Times. Portanto, o prêmio foi entregue a seu irmão, que, diga-se de passagem, tem cabelo.

Após uma breve passada no Labri para jogar o Campeonato no Elifoot 98, chegamos a tempo de ver o Prof. Dr. Dennis de Oliveira anunciar os indicados ao Prêmio Gioino de Pior Jogador do semestre. A lista era interminável, mas nada melhor que um interlocutor como Dennis para conseguir falar todos a tempo. Reconhecemos alguns nomes apenas, dentre eles o de Lucas Hirata. Porém, como era esperado em todas as casas de aposta, o prêmio acabou ficando com PedroKa, que foi receber a estatueta de latão do craque argentino trajado a rigor: bermudinha, all-star cano alto e camisa do Trufados.


Era chegada a hora de uma homenagem póstuma. As luzes no auditório foram apagadas e pudemos ver um belo vídeo mostrando a (curta) vida de Lucas Mala no CJE. As horas em sala de aula, as extensas monografias escritas e, é claro, os galões de cerveja ingeridos apareceram na tela, e emocionaram até o impassível Rodrigo Salinas, suspeito para falar, que declarou dar "graças a Deus" não precisar mais dar aulas àquele aluno. Assim, foi eleito vencedor do Prêmio Lucas Mala de Presença em Sala o sempre-presente P. Mãino, que infelizmente já havia vazado com 20 minutos decorridos da comemoração.


Este semestre foi tempo de novas descobertas, tempo de explorar os mares além-CJE, de conhecer novas disciplinas e novos professores. Um deles foi lembrado com carinho pelo corpo discente do departamento, que organizou o Prêmio Massimo di Felice de Filha da Putice. Infelizmente, o nome do vencedor foi proibido de ser postado aqui por lei e, como não queremos mais ameaças de processo, vamos deixar implícito. Mas não é difícil para os mais atentos perceberem quem foi o agraciado com a estatueta fascista: digamos que ele ganharia este prêmio em todos os semestres por toda eternidade. É aquele garoto "simpático" que nos faz ter ataques de tosse incontroláveis quando está por perto.


Seguindo o prêmio que vale 2,5 reais, Burt Ward subiu ao palco do Freitas Nobre, surpreendendo a todos. Apresentou-se da maneira tradicional, chamando os presentes de "putinhas" e anunciou que estava lá para dar o Prêmio Robin de Chute ao Balde a algum "maconheiro" presente, logo após posicionar uma câmera "escondida" 8mm de 1950 sobre a mesa. Duas cenas ocorridas no semestre representam bem este prêmio. A primeira delas foi a vazada magistral de Tainã durante a prova da Profª Mitika, buscando bater seu próprio recorde de nota mais baixa de História na faculdade e, ao mesmo tempo, fazendo o que muitos ali dentro gostariam de ter feito. Mas o prêmio acabou sendo entregue a Benaque, que protagonizou a segunda cena: 5 minutos após conhecer uma colega de trabalho de RRRR e Id - e, diga-se de passagem, ter tirado uns 12 pedaços da coitada em um abraço bem carinhoso -, o garoto perguntou à pobre inocente se ela ia "cair de boca na tapiroca", ao vê-la comprando a iguaria que costuma ser vendida no Term. Pq. Pedro. Desconfiamos de marmelada neste prêmio, visto que é de conhecimento geral que Benaque é o herdeiro do menino prodígio, mas até o fechamento deste post, nada foi confirmado.


Todos pensavam que o evento dava-se por encerrado, quando Alexandre do Audiovisual [esse é o nome dele] adentrou o auditório vestindo uma boina, um colete preto e calças listradas, além de portar um bigodinho pintado a lápis de olho. Entrando ao som da Marselleise e com a imagem da bandeira francesa tremulando no datashow, ele anunciou que estava ali para dar o Prêmio Luiz Santoro de Divulgação Picaretística para aquele com maiores possibilidades de conseguir uma Iniciação Científica com o mestre. Os candidatos foram muitos, desde RRRR, que copiou seu trabalho de História do Jornalismo de uma veterana, conseguindo esta cópia clandestinamente, até a presença de uma gigantesca foto de Bernardo Kucinski no artigo de Butico que foi postado no blog da sala, só para conseguir o número de linhas necessário. Mas ninguém bateu Tatê no quesito linhas insuficientes. Ela elevou o conceito de picaretar a um nível mais alto ao escrever a matéria sobre a palestra de BK com 14 linhas, ou seja: várias folha e vários capítulo. "Focê merece, minha carota! Confersa com o Alexantre aí, tá 100% tisponífel e famos fasser pesquisa com Secont Life. Sapem ta onte eu tô mantando essa mensaxem? Taqui ta minha sala mesmo, que a ferpa tá curta... Mas é como se fosse ta França; me sinto em casa. Seus plepeus!", discursou o Empereur.


No apagar das luzes, conseguimos olhar a lista de presença da grande premiação e notamos a falta de um nome importante no departamento, o do Prof. Dr. Ciro Juvenal Rodrigues Marcondes Filho. Saímos rapidamente para apurar o porquê dessa ausência e descobrimos que, paralelamente ao prêmio Melhores do Semestre ocorrido na Cidade Universitária, foi realizada a entrega do Prêmio de Melhor Jornalista do Núcleo José Reis de Divulgação Científica no Theatro Municipal. Com a presença de grandes jornalistas como José Luiz Datena e Carlos Massa, além de grandes teóricos como Glória K. e o próprio CMF, o evento contou com Cristina, ex-assistente de Ciro, em trajes menores e com Elenildes, atual assistente, em uma fantasia de javali cantando a música de Pumbaa do Rei Leão. Algumas atrações musicais como Rammstein e Wir sind Helden marcaram presença, além de apresentações dos filmes de Wim Wenders. Ao fim, Ciro Marcondes Filho, chefe do Núcleo José Reis, organizador do evento e único membro do comitê julgador do prêmio, subiu ao palco para finalmente anunciar o vencedor. O que se segue é a decupagem deste momento:


"Finalmente eu poderr aprresentarr quem venceu! Quem foi a idiota que terr a idéia de trrazerr tantos músicas rruins e esquecerrem do filme do Trrêivis (sic)? Bom, vamos ao que interressa! Quem serrá que ganhou a prrêmio de melhorr jorrnalista do univerrso... digo, do semestrre? Oh, meu deus, tantos candidatos, e um só prrêmio. Und der Oscar geht an... Rrerrerrerre, brrincadeirra, brrincadeirra. [abre o envelope] Mein gott! Eu não acrreditarr! Mas que surrprresa, pessoal... A melhorr jorrnalista deste e de todos os semestrres desde a crriação da humanidade serr... Euzinho! Obrrigado a todos que votarram em mim, muito obrrigado! E tenho um última mensagem. Chupa, Mayrra!"


E isso é tudo, pessoal! Vamos todos nos esforçar bastante no próximo semestre para, quem sabe, conseguir levar uma dessas estatuetas pra casa. Abraço a vocês e boas férias!

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Entrevista ilustrada

Dona Solange, moradora da cidade de Ilhéus (Bahia), concedeu entrevista a uma rádio local. O problema é que ela é gaga (não gagá, mas sim gaga). Para melhorar o que já estava bom, algum desocupado ilustrou a entrevista de Dona Solange. O resultado vocês podem ver logo abaixo. Deixem seu comentário!



Cócócócócócócócócócó