sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Grandes figuras da Faculdade USP

Publicado originalmente na revista Realidade, com o Pelé na capa.

"Não quero essa bosta de feijão, tia!". É assim que Renato Santino da Silva começa sua tarde de muita produção na Universidade de São Paulo, passando pelo famoso Restaurante Central após conseguir o ticket de algum transeunte desavisado.


[o feijão é um alimento muito nutritivo e importante em uma alimentação balanceada]

Santo, como é conhecido por seus amigos de sala, adora ir no "bandejão" na hora do almoço, logo após uma importante aula do professor De Paula Tejano. Entre uns poemas de Camões, a agudeza y engeño de Manuel Botelho Pinto e as bundas costosa de Jorge Amado, o corintiano aumenta seus conhecimentos sobre literatura, que a essa altura já são vastos.

[Quem Castro Alves? Machado de Assis! Como? Camões! Essa de novo? Não, Eça de Queiroz!]


Sim, corintiano. Nosso personagem nasceu na zona leste, famoso reduto gambático, e desde então, após o tapa na bunda primordial, vem chorando em alambrados e perdendo para o River Plate. Mas algo parece estar errado nessa afirmação. "Nunca fui no Paca, estádio de pobre!", revela Santo, que nunca assistiu ao vivo a uma das incontáveis derrotas do """coringão""" para o São Paulo ou o Palmeiras, seus carrascos eternos. Essa é a corrente do corintianismo fake, segundo estudos do professor Butico do MIT (Matuto Institute of Technology). Renato Santino defende-se, afirmando que sempre torce para o clube alviafro, principalmente quando o Corinthians está bem. "Faz tempo pra porra!", lembra.

[organizadas do """Timão""" mostram seus bandeirões multi-coloridos! Um ar-ra-so!]

Enquanto caminhamos de volta para a Escola de Comunicações e Artes, entre um tropeço aqui e uma olhada de canto de olho em uma japonesa acolá, o entrevistado abre seu coração. Diz se sentir lesado pelo sistema, por ter que trabalhar duro desde pequeno. O tempo de muitos serviços prestados como técnico de Informática na Escola Técnica Estadual Camargo Aranha (entra virgem e sai piranha), logo no 2º colegial, trazem lágrimas ao rosto do estudante. Santo conta uma história assustadora: "porra, eu lembro quando eu travei o PC da biblioteca jogando Tíbia... Aquela gorda nojenta da coordenadora me fez consertar o PC! Aí eu levei pra casa e trouxe de volta um Pense Bem pra enganar eles!"


[o famoso Pense Bem, mais potento que os computadores do Labri]

Já no primeiro ano de faculdade, o corintiano viu-se impossibilitado de estudar pois teve de ir à labuta. Foi assim que ele foi apresentado à Ricardo Viveiros Oficina de Comunicação, onde passava o dia atendendo a pedidos de jornalistas e contribuindo para o aquecimento da economia nesse nicho de mercado. "Eu lembro quando a minha chefe me pegou no orkut cinco minutos e meio depois de ter começado na Viveiros... Foi tenso!", recorda Santo, enquanto ri nostalgicamente desses dias dourados. Muito tempo depois, aproximadamente dois meses, Santino já estava no olho da rua. Mais uma vez em sua vida experimentava o amargo gosto da competição corporativa, imposta pelo sistema capitalista.


[um dos viveiros do Ricardo]

Hoje Renato Santino é um garoto que se dedica à pesquisa acadêmica. Três vezes por semana ele conduz experimentos na área de comunicação e fisioterapia (como por exemplo a teoria dos Quatro Erres formulada pelo doutor Rostás, que explica como agüentar 10 horas seguidas com a bunda em uma cadeira de escritório), tendo até dispensado uma bolsa Fapesp para tal. Segundo o pesquisador, o objetivo não é ganhar dinheiro, e sim contribuir para a comunidade, que tanto ofereceu a ele nesses anos em que fez parte da máquina do ensino público. "Os PCs do Labri são uma merda e o tio do Labri é um viado! Pelo menos todo dia tem uma gostosa aqui...", elogia o corintiano.


[uma das bundas costosa vistas numa tarde do Labri]


Mesmo assim, nem só do laboratório vive o homem. Portanto, um estágio na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas já está encaminhado, no qual Santo publicará suas matérias em um jornal semestral e cuidará do atendimento à imprensa através de uma linha telefônica cujo número não é divulgado a ninguém, a míseros 1560 (Hum Mil Quinhentos e Sessenta) reais semanais.

















Renato Santino também sabe se divertir. Nas horas vagas, joga um truco com seus colegas de classe pelos corredores do Departamento de Jornalismo e Editoração. Ele é conhecido por ser o primeiro truqueiro a estabelecer um nível de risco mínimo para se trucar, que consiste na hora em que ele possui pelo menos cinco manilhas. Além disso, a fama de Renato vai longe no que diz respeito ao carteado. Ele é considerado o maior maceiro do truco regional da Cidade Universitária do centro-norte, que pega áreas como a creche universitária, o banheiro do coseas e as pedras da praça do relógio. "Outro dia mandei três setes pro Erre, dois cincos e um rei pra mim! Assim que olhei as cartas, joguei no monte, mas o Chico e o Id tinham três quatros, um cinco e dois seis...", diz, contando suas peripécias.

[partida de truco exibida pela ESPN 8, "The Ocho"]

Por fim, Santo também é sempre visto como um exímio apoiador do transporte público. Passando várias de suas horas no trajeto casa-universidade-casa, o estudante já se tornou amigo de motoristas e cobradores das linhas que freqüenta, como o Terminal Pq. Dom Pedro, o Jd. D'Abril e o Urubupungá. Sentamos ao seu lado no Praça da Sé que caminhava com um motorista deprimido, por ter acabado de terminar um casamento de 17 anos. "PORRA, QUERIA CHEGAR CEDO EM CASA HOJE... MAS PARECE QUE NÃO VAI DAR, ESSE MOTORISTA É UM VIADO!", brincou Renato Santino, dando petelecos nas orelhas do condutor.

[ônibus característico da Zona Leste paulistana]

Após algumas confusões durante o trajeto, o corintiano finalmente chega ao fim de mais um dia em sua agitada vida cheia de confusões. Apesar de sermos convidados para adentrar a residência do clã Silva, preferimos recusar. Afinal, um jornalista nunca deve aceitar mimos de suas fontes... "Quem vai vazá agora são vocês, seus putos! Me manda esse texto pra eu mudar as palavras e utilizar na AUN? Faltam só 10 pra eu passar...", despediu-se.

[Nadal comemora a bombada de Santo, com um tradicional YES! e um CHUPA SANTO!]

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Obama vitória crise ibovespa dow jones

Subprime sylvia saint anne midori papa ratzinger ganhe dinheiro sexo fácil parperfeito folha estado estadão globo três oitão vivi fernandez tawnee stone USP FUSP faculdade UNIP processo seletivo UNICORNIO salma hayek 007 quantum of solace daniel craig bondgirl xéro istone gostosa aristopicles antonio candido guimarães rosa sagarana grande sertão veredas machado de assis brás cubas dom casmurro alienista jabuti ciro marcondes filho unesco putinhas bundas costosa bunds jogos de roubar carro sapatos butico ristoriou "obra prima" stallone demolidor spartan benafleque imagens da esposição de david na accademia pasta ciuta estátua de david de michelangelo foi roubada dia da ervilha madura lia chartouni segr* "ciro marcondes" "mayra gomes" briga putinhas guariba loqualização da minha casa corinthians vai vai vaivaivai camera oculta de vizinha trocando de roupa festa dos bambe fasser um orkut escondido pistoleira programa de televisão celso portioli como fazer cine classicos mexicanos "o demolidor" stallone conchas sexo virtual - o demolidor o demolidor silvester stalone- troca de fluídos gosto d`ocês quem é o professor doutor dennis de oliveira "amavel professor" + filme a psicologia no filme um tira no jardim de infancia objetivo do filme um tira no jardim de infancia reflexao filme um tira no jardim da infancia sexo orral para maiores segundo marcondes filho publicações ciro marcondes filho o que quer dizer 4 rrrr. pesquisa sobre hebereus protese dentaria fetiche rrrr "historiador" "mitika" fotos fernanda fontana

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Rock n' Roll e bebidas

Gosta de Rock? Então confira a lista do que cada tipo de roqueiro pede no bar:

Rock n’ Roll: Pede qualquer coisa com álcool. Bebe até morrer sufocado no próprio vômito.

Heavy Metal: Cerveja. Bebe demais e se mantém firme.

Thrash Metal: Pede gasolina.

Power Metal: Pede uma poção mágica.

Viking Metal: Pede hidromel. Fica extremamente bêbado, mas não cai.

Black Metal: Pede sangue de uma virgem.

White Metal: Pede água benta. Afinal, álcool é pecado.

Grunge: Pede Veneno. Não é atendido e decide comprar uma arma.

Rock Progressivo: Pede uma batida. Bebe pouco.

Metal Progressivo: Pede uma batida com tudo que tem direito. Pede várias esperando uma que chegue à perfeição. Fica bêbado e se torna um chato.

Hard Rock: Pede Jack Daniels. Fica bêbado e sai jogando TVs pelas janelas de hotéis.

Gothic Rock: Pede uma taça de vinho e diz que pensa em se matar.

Gothic Metal: Pede uma garrafa de vinho e logo depois se mata.

Doom Metal: Acha o vinho ruim e se mata.

Emocore: Não sabe o que escolher e começa a chorar.

Hardcore: Pede uma smirnoff ice ou qualquer coisa fraca para dizer que bebe.

Punk Rock: Pede uma cachaça barata, para não alimentar o sistema.

Glam Rock: Pede qualquer coisa colorida e brilhante.

New Metal: Pede a bebida mais forte querendo dar uma de bonzão e cai no primeiro gole

Indie Rock: Pede um refrigerante. Diet.

New Wave: Pede água. Com gás.

Deixe seu comentário aí embaixo, junto com um bode para sacrifício no palco!

E aquele abraço!

Dedicado ao boiola do Benaque

sábado, 27 de setembro de 2008

Novas funções do Paint


O Paint talvez seja a melhor invenção da era da informática. São incontáveis as coisas que você pode fazer com esse simples programinha do BRindows.
Tipo as montagens do Santo, o Van Gogh dos mouses, o Arcimboldo dos monitores!
São obras de mestre, você não acha?
Bom, mas se ele já caprichava nelas, imagina agora que ele resolveu entrar para um novo ramo: o entretenimento adulto!
Veja aí abaixo a primeira produção de Santo como diretor da sexagésima-nona arte!



Magnifique!
Palmas para o garoto que ele merece!
E deixe seu comentário aí abaixo!
E aquele abraço!
dedicado ao PedroKa, que deu o furo antes da gente

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Intervenção

Amigos, muito boa noite. Aqui quem escreve é Erre-erre-erre-erre, também conhecido como Quatro-erre e "ow, você".

Venho através deste post fazer um pedido a vocês. Como alguns de nossos leitores vêm acompanhando no grupo de e-mails da sala Jornot 2007, nosso caro amigo C. Butico está com um ritmo alucinado de envio de mensagens, postagens no blog e unhas cortadas.

Pensando nisso, fica a pergunta: até quando? Enquanto pessoas como A. Sábio e eu trabalhamos duro na máquina do Estado, para prover serviços de qualidade a você, usuário das instalações fuspienses, o que nosso caro amigo caipira faz além de ser provido por quitutes ribeirão-pretanos direto da terrinha da cana? Como a resposta para essa pergunta é simplesmente "NADA", não temos outra opção a não ser tentar impedir que nosso companheiro pare de onerar o capital privado e atravancar a economia brasileira, que onerários como Tatê e Pedroka têm tanto trabalho para movimentar.

Tomemos mais um caso de vagabundagem como exemplo. R. Santino, menino criado a leite com pêra, ovomaltino (rimou), também passa suas tardes no mais completo ócio, assistindo a filmes como O Senhor Babá, com o astro Hulk Hogan e Bud, com Rafael Benaque. Mas há um detalhe que não é observado: a ineficiência do garoto decibel é solitária, ela não incomoda a ninguém. Ele fica horas e horas no Labre ONERANDO O ESTADO de maneira muito importante e proveitosa. Portanto, ele já está iniciado na arte do funcionalismo público, só restando, portanto, ganhar um salário faraônico para tal.

E Butico? Esse calhorda fica em casa vendo filmes de Anne Midori, atriz badalada no circuito alternativo cinematográfico, enquanto come batata chips e manda SMS com piadinhas de gosto duvidoso para seus colegas de sala. Como se não bastasse, ainda planta factóides no grupo de e-mails, afirmando que pessoas aleatórias permitiram a realização de festas de volúpia e luxúria em suas casas (como fez com a pobre coitada de C. Souza Ramos). Mas esperem, ainda há mais. Se você ligar agora... Digo, ele, não contente, incita seus companheiro a clicarem nos GoogleAds presentes neste recinto webal (por favor, cliquem, eles encontram-se à direita; é legal e divertido), deixando todos estressados enquanto ocupam-se de manipular alavancas por toda a FUSP.

Bom, depois desse nariz do Pedroka de cera, o que tenho em mente é o que segue. Vamos fazer uma intervenção. Assim como os viciados em psicotrópicos precisam que seus amigos se façam presentes nesse momento de dificuldade, C. Butico é uma alma perdida que vaga pela web gritando por socorro, apenas não sabe disso. Minha proposta é a inclusão oneracional de nosso amigo. Para que toda essa habilidade ociosa seja proveitosa para nossa nação, Butico precisa reverter as iniciativas para um estágio na FUSP. E existe local mais apropriado do que o Museu de Ciências? Vejam André, o Sábio, que também incluía-se nesse cenário, e adaptou-se maravilhosamente à vida de funcionário público. Outro ocioso que começou a contribuir com o Estado foi Pedroka. Não fosse suficiente, é notório que o Museu de Ciências abriga qualquer um que deseje lá ficar. O Cabid de emprego já abrigou perfis como Régener, Nilbberth, Gaultier, Gil Brother, Paulo Andrade (cadê seu wiki?) e Rafael Benaque (que só trabalhou lá para pegar uma das secretárias).

Então, caros amiguinhos, participem desta nossa empreitada em prol do futuro de um dos mais queridos caipiras de nossa nobre e amada sala e de um país melhor para nossos filhos. Sabemos a importância do onerarismo público para nossa economia, e também sabemos as dificuldades trazidas pela oneração privada. Então, pessoal, lançamos a campanha:






Colaborem, amiguinhos. Ajudando C. Butico, estaremos ajudando nosso Brasil varonil.

Dirceu no Superpop

Pra quem não viu ao vivo, aí está o vídeo do querido prof. Dirceu participando do programa Superpop, na Rede TV.


Não consegue ver? Então clique AQUI

Aaaaaaah, Não gostou?

Então pega um TROLHA e aí ó:

YESSSSSSSSSSSSSSSS!!!!!!!!!!

Não esqueça de deixar seu comentário!

terça-feira, 16 de setembro de 2008

O Fotógrafo - Volume 3: Fotoxornalismo na França e Itália



"Facultate USP? Poa mesmo é essa aqui!"




Efeitos especiais... repare nos tons de beta-caroteno




Conhece a Brooksfield? É quase isso...


Não faço idéia do que se vende nessa loja


Que bom que as placas estão lá para ajudar



Feras da rua (a orelha é uma homenagem a Van Gogh)


Vai dizer que não conhece os moradores...



Aberto 24 Horas


Art Noveau... não está vendo a mensagem do artista?


A beleza das mulheres européias

A casa de Dona Fatinha está logo adiante


Dizem que o local serve uma feijoada de primeira

Na hora da fome, vale de tudo né?

Lei "Cidade Limpa" ajudando a combater a poluição visual

"Tança to Créu? Sou mais um Le Rebichon"

Aqui é tudo bem "baratim"

Grandes monarcas do passado

O Fotógrafo e o Mestre, na Cidade Luz

Isso é tudo, meus caros. Deixem seus comentários aí abaixo!

E não percam o próximo capítulo, amiguinhos, que será uma comemoração a nosso sexagésimo post!


Aquele abraço!

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

É goooooooooooooooooooooooooooool!

Fazer um gol é muito legal. Quem joga bola sabe disso: por pior que você seja dentro do "riscado", uma hora ou outra vai pintar aquela oportunidade de você colocar a gorduchinha no fundo do gol. E aí você se sente especial... é um momento único, no qual todas as atenções do universo e as câmeras da Rede Globo estão focadas em você... então, você extravasa! Pula, grita, briga, provoca, dança, manda a mãe do juiz / adversário pr'aquele lugar... Aaaaah, fazer um gol é realmente especial.

E tem gente que gosta tanto, mas tanto, que fica viciado em fazer gol. Fica louco! Qualquer brecha, qualquer buraco, por menor que seja, vira uma "caixa"... e aí, é só chutar e correr pro abraço!

É o caso desse louco aí no vídeo abaixo... não sei se vai agradar a todos, mas eu morri de rir. Conheçam agora Remi, um francês bom de bola (e folgado pra caramba) que é viciado em fazer gol. E tudo ao som de Thunderstruck, do AC/DC.



FOOT 2008 (REMI GAILLARD)
by nqtv

O cara da pizzaria ficou bem feliz hahahahahaha

Deixe seu comentário aí abaixo!

E aquele abraço!

terça-feira, 9 de setembro de 2008

FurrECA denuncia: A exclusão do perfil FurrECA

Amiguinhos, nós nunca escondemos de ninguém nosso propósito ao criarmos esse blog: trazer para o público ecano, mais precisamente do CJE, a informação quente, relevante e exclusiva sobre esta parte tão peculiar da FUSP, doa a quem doer. Acontece que desde o início de nossas sempre pertinentes postagens, fomos vítimas de fortes ataques por todos os lados, uma vez que, devido ao Xornalismo Verdade que produzimos, nos chamaram de bobos, feios, chatos e caras de melão. Tanto é, que sofremos ameaças de processo por parte da alta cúpula do departamento.

Pois bem, companheiros da Fefeleste. Recentemente sofremos um duro golpe contra a nossa liberdade. Nosso inofensivo perfil no Orkut, utilizado meramente para fins de divulgação do blog e, eventualmente, para diversão própria, foi insensivelmente apagado do banco de dados do Google, deixando um pobre membro da equipe sem um teto online, tornando-o incomunicável com o resto do mundo.

Tudo nos levava a crer que os culpados pela nossa exclusão da maior comunidade virtual do mundo eram os mesmos que outrora nos haviam tentado amedrontar, de modo a pararmos de revelar as sujeiras do CJE. Acreditávamos que por trás dos fatos estavam, acuados, Proença e sua patotinha.

O leitor, ao ler este texto, provavelmente já deve ter sido informado previamente por outras fontes sobre os acontecimentos e, possivelmente, chegado a uma conclusão semelhante à nossa. Mas tudo o que pensamos, caro leitor, se provou errado. Ridiculamente errado.

Era uma bela tarde de sábado, quando um integrante da Equipe FurrECA passeava tranquilamente pelas ruas da Zona Sul paulistana. Os pássaros assobiavam, os carros passavam, as pessoas conversavam e os arbustos balançavam ao vento. Epa, espera aí. Não havia vento. Num repente, dois vultos coloridos saltaram de trás da moita e uma porretada atingiu o rosto nosso intrépido amigo, que caiu inconsciente quase que imediatamente. Porém, graças a este breve momento em que permaneceu acordado, pôde ouvir claramente um de seus agressores dizendo:

"Vamos buscar nossos óculos de acetato para podermos assistir a algum filme mudo iraniano, em preto e branco, com três horas e meia de duração!"

Quando recobrou sua consciência, a primeira coisa que nosso bravo companheiro fez... foi colocar um bife no olho, porque ninguém é de ferro. Mas a segunda, foi buscar maiores dados sobre seus malfeitores. Para isso, visitou uma doceira, situada perto do local onde foi nocauteado. Qual não foi sua surpresa ao descobrir que uma câmera escondida (não tão escondida assim) havia gravado tudo. O vídeo era muito esclarecedor. A imagem ao lado foi capturada da cena na qual os agressores fogem. Um deles usava uma máscara com o rosto de um jogador do São Paulo Futebol Clube.

Sabendo disso, reunimo-nos no nosso QG secreto (o Labre) para pensarmos em quem poderia ser o responsável por essa coação tão suja. Foi quando juntamos A+B:

"Óculos de acetato? Filme mudo iraniano, em preto e branco, com três horas e meia de duração? Cores 'alegres'? Será que é quem estamos pensando?"
.

Felizmente pudemos buscar ajuda com nossos informantes mais valiosos, que conhecem muito bem os frequentadores deste meio repleto de calças do Agostinho e tênis All Star. Rafael Benaqu* e Paulo Andrad* revelaram uma conspiração matutina para vingar-se do nosso atentado contra sua alegre sala.

Queremos dizer, então, aos matutinos que tanto querem nosso mal, que não iremos parar. O bem deve prevalecer, meus caros. Continuaremos com nossa saga para derrotar o jormat em tudo e provar que o noturno é, sempre foi, e continuará sendo superior. Vocês podem apagar nosso perfil no Orkut, mas nunca apagarão nosso ideal!

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

A água bateu na bunda imobiliária e os EUA foram socorrê-la

Como as duas criançonas do mercado imobiliário ficaram jogando bola com seus amiguinhos pobres (os vizinhos 'subprime') dentro de casa, alguns vasos foram quebrados, e alguns baldes, chutados.

Com medo da represália da mamãe Falência, os irmãozinhos Freddie e Fannie foram chorar no colo do papai Tesouro Americano, que os socorreu, comprando vasos novos e uma caixa de bombons para mamãe não se irritar. Fontes afirmam, também, que papai adiantou o sexo do mês para deixar a Dona Falência com um sorriso no rosto, o conhecido tratamento da TROLHA (TTROLHA).


A desculpa inventada por papai pelos mimos foi que "eles são o orgulho da família". Apesar de ajudá-los, o Tesouro obrigou os meninos a expulsarem os amiguinhos subprime, "sujos e decadentes", segundo seus pais. Não foi descartada a possibilidade de os meninos serem vendidos para o circo nômade e outros filhos serem adotados, dependendo do nível de desgosto dos pais.


Procurados pela reportagem do FEDOR, Fannie e Freddie preferiram não se pronunciarem, mas a menina que estava brincando de assessora com eles na hora informou que eles mandaram as pequenas empresas "chuparem".

Notícia original: http://portalexame.abril.com.br/agencias/reuters/reuters-negocios/detail/governo-eua-assume-fannie-mae-freddie-mac-100963.shtml

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

TXE2469 - Jornalismo Bozo

Amiguinhos,

Atendendo a pedidos do caro Prof. Doença, chefe do TXE TXE TXE (Tepartamento te Xornalismo e Etitoração; a repetição é só para fins comicozinhos), a Equipe FurrECA passa a oferecer, no próximo semestre sua disciplina optativa, a TXE2469 - Jornalismo Bozo.

Finalmente a comunidade jornalística rendeu-se a nossos talentos gozadinhos e clamou por um ensino de qualidade na área. Começando no semestre que vem, a disciplina terá como docentes responsáveis o Prof. Dr. Id Cabid, o Prof. Sr. Chico Butico, o Prof. Prof. RRRR, o Prof. Vazador Santo e o Assessor Benafleque. Utilizando-se de bibliografia com teor altamente jornalístico e, ao mesmo tempo, fanfarrônico (de autores renomados do cenário humorístico, como Ricardo Kotscho, Chaparro e... outros), o curso tentará ensinar os alunos a serem tão pimpões quanto nós.

A disciplina funcionará da seguinte maneira: a cada semana, nosso estagiário, o Assessor Benafleque, trará um palestrante da área para falar sobre o que ele quiser. Logo após, acontecerão os seminários, apresentados sem a presença de docentes, pois acreditamos no auto-aprendizado de nossos alunos. Ao fim do curso, serão computados 20 créditos de optativas livres e 15 de eletivas, ao mesmo tempo, devido à enorme carga horária dispensada, de 19h30 às 20h de quarta-feira (pra dar tempo de chegar em casa e ver o Galvão narrar o jogo). Há, ainda, a possibilidade de, em alguma das semanas, um de nós dar aulas peripatéticas, lendo um texto que imprimimos da apostila de Ciro Marcondes Filho, e ainda de mostrarmos slides que ilustrarão nossas férias em Long Beach, SP.

Por fim, decidimos realizar a avaliação em via oral com os alunos que preenham estes pré-requisitos: sexo feminino, idade até 25 anos, mais de 90cm de quadril e mais de 100ml de silicone nos seios, QI abaixo de 100, óculos de acetato e calça do agostinho, além de bem lacônica e suscinta (daremos preferência às mudas). As melhores colocadas serão selecionadas para a Iniciação Científica conosco.

Para esclarecer qualquer dúvida que possa vir a acometer os alunos, estaremos atendendo os pobres burrinhos no Labre, menos em horário de almoço/jantar e nas horas em que estivermos com vontade de jogar Truco Online, Elifoot ou simplesmente se ficarmos ocupados enchendo o saco dos mats (especialmente do Andréler, a Maria).

Abriremos espaço para comentários de nossos futuros colegas, mestres como nós, que se pronunciaram a respeito dessa disciplina. Não revelaremos seus nomes a pedido dos mesmos.

Sempreacheiquessesgarotostinhamfuturo, eudissemesmo! Agoraeucomedodeperdermeuemprego, jáquelescriticamuitomelhorosãoremodosbixos... fodidofodido! Masjáviso: seroubaremeulugar, quempagaéamãedevocês. pegáessasgordastodasedeixarelasparalíticashahahaha! Sacousacou?

— Porra! Vocês acham que são jornalistas, né? Vamos ver hoje... Seus cabecinhas frescas. Acham que jornalismo é piada, né, 'meu lanchinho, meu lanchinho'... Mas a graça de vocês todos juntos não dá a minha! Vai chegar no fim do semestre, vou denunciar vocês pro sindicato, aí vai ser o Inferno de Dante, do jeito que o diabo gosta! YES! [nesse momento o professor tem um orgasmo]

— Hãããã... Tipo assim, até eles são melhores professores do que eu, né? Tipo... tipo.

— Muito importante.

Scheiße! Non acrreditarr que vou terr que dividirr o sala das prrofessorres com esses tipinhos... E avaliação orral? Vou prrecisarr da ajuda de Digão Salinas parra prrocessarr esses imperrtinentes... Parrece que esse tal de Benafleque está querrendo rroubar minha posto de garranhão do deparrtamento. Deixe estarr...

— Xente, tar aula? Isso não tá com nata! O necócio é fasser tocumentário do FERTÃO, xocar Secont Life (e um truquinho no Pananacames) e teixar os alunos aprenterem sossinhos! Teoria não lefa a nata, seus plepeus.

— Tipo... Vocês ainda tão aí? Hããã... Ainda não terminei meu depoimento... Tipo assim, volta aqui.

— Parará, parará, parará... Parará, parará, parará... Chaparro.

— Sou suspeito pra falar desses garotos.

— A história das mulheres...

É isso, xeeeeente. Não percam esse curso que será o primeiro curso pago do departamento, com módicas mensalidades de R$ 3500,00. Matricule-se já!

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Histórias de quinta

Amiguinhos, todos já sabem FurrECA é sinônimo de jornalismo verdade, de apurações responsáveis e completas, de um compromisso com os fatos, ainda que tenhamos que usar de métodos agressivos, nada convencionais.

O que quase ninguém sabe é que FurrECA também é arte, cultura, elevação da alma. Nesta nova coluna, levamos aos queridos leitores um pouco de nosso talento literário, contando a vocês, a cada semana, uma história de quinta.

Semanalmente postaremos aqui pequenos contos, que buscam relatar o cotidiano de forma inédita. Carregados de sentimentalismo e de uma percepção sublime da vida, os textos levarão o leitor a refletir sobre sua própria existência, além de uma meditação sobre os rumos que cada um tem tomado em direção ao futuro. As histórias, de gente como a gente, são um convite a meditar sobre as próprias escolhas.

O primeiro conto que oferecemos a vocês é O fabuloso destino de Mário

Era uma vez um garoto chamado Mário. Este garoto tinha um sonho: tornar-se dono da maior loja de armários de São Bernardo do Campo. Um dia, encontrou uma arca, que continha fotos do professor da Eca, o Santoro.

As fotos mostravam Santoro em roupa de banho, clicado por Atílio. As pessoas que o cercam afirmam que ele tem uma tara por picolés, mas não de qualquer tipo. Tem de ser Frutare de maracujá, para satisfazer às exigências de moças asiáticas [o termo original foi suprimido].

Visto que as nádegas das gatas asiáticas [o termo original foi suprimido] eram demais, decidiu viajar para Osasco, para que assim pudesse conhecer a fábrica de quitutes da Odalisca e tocar o Café Dubai.

Tudo parecia bem, mas uma gonorréia o afastou do cargo. Doente, resolveu voltar para casa e criar patos, mas um deles tornou-se desprezível, virou um castor e fabricou colchões, para que a professora Mayr* Rodrigues [o nome original foi suprimido] pudesse repousar seu avantajado traseiro [o termo original foi suprimido] sobre uma confortável almofada de veludo que muito lhe agradou, já que sua hemorróida a estava flagelando ultimamente.

Munida de Hipoglós e muita morfina, tomou coragem e decidiu ir cagar na FEA. Chegando lá, foi chamada de "GOSTOSA" pelo sedutor Butico, mas não recebeu nada além de um tapa na cara. Com o ego e o rosto ferido, decidiu ouvir Back in Black.

"AC/TC?", falou o mestre. "Eu prefiro a costosa ta Carla Pruni!" E então, Santoro viveu feliz e gordo na IPTV-USP.


Até a próxima semana, amiguinhos!

terça-feira, 2 de setembro de 2008

ECAtástrofe® no Labre

Era uma tranqüila tarde de segunda-feira. Os alunos da Faculdade USP (FUSP) voltavam do Restaurante Universitário, o popular Pantexão. Os habitantes do Mundo Maravilhoso Jormat, como Andréler, Benafleque, Dipsy e Tinky-Winky, preparavam-se mais uma vez para fazer os deuses do Jornalismo (Louis XIV, ancestral de Santoro, e Alice Mitika, a própria, por exemplo) sentirem vergonha com o fechamento do segundo Jornal do Campus (JC) do semestre. Tudo correria bem, se não fosse um plano malévolo dos inimigos mortais dos jormats: os jornots.

Os jornots são seres extremamente inteligentes, sagazes e heterossexuais, e a priori são criados para enfrentar os jormats em uma eterna batalha. Seus jornais, mesmo que com falhas (só perceptíveis para aqueles não-inteligentes), são muito melhores, e geralmente seres que destoem da personalidade jornot são banidos para o mundo jormat. Esses anjos caídos ficarão para sempre vagando entre os lados rosa e azul da força. Há também o caminho inverso, em que os jormats alcançam a perfeição plena e acabam tornando-se agregados ao Jornot, como são os casos de Paulo e Benaque.
Ao adentrar o Labre, o Laboratório de Redação onErativa, podia-se sentir um ar pesado: algo errado estava para acontecer. Eduardo H******, editor do caderno de cultura, vestia seu kimono sagrado de sacerdote nipônico e entoava ensinamentos do Dalai Lama enquanto Butico, visando tão-somente à discórdia entre os jormats, contactava Marcel* (nome fictício), sua agente infiltrada - era chegada a hora de um ataque frontal aos pederastas.

Marcel* tinha sido encarregada de escrever uma simples nota sobre a produção de muitos quadrinho e muitos supremento do Pato Donard na FUSP, mas, a mando do caipira diabólico, entregou para Eduardo um poema de Benaque Bernardo Guimarães, o malfadado Elixir do Pajé. Não entendendo muito a situação, o japonês, sempre muito zen, pediu encarecidamente à adorável moça que reescrevesse o texto, desta vez fazendo pelo menos alguma menção às HQs, mesmo que mantendo alguns versos do poema. Tomada por uma impáfia descomunal, só vista anteriormente na figura de Cesar "Jóker" Romero, ela recusou-se veementemente a mexer em uma só vírgula do texto, dizendo que o sacerdote não compreendia sua expressão artística.

Mesmo após a insistência de Eduardo, Marcel* permanecia impassível. Foi quando o seguidor dos ensinamentos budistas perdeu a paciência. O espírito benaquiano o invadiu por dentro e todos os baldes, nos quais o Tio do Labri guardava seus preciosos DVDs da Brasileirinhas, foram chutados ao léu. A seguir o ocorrido na íntegra:

— Seu texto está uma merda, uma bosta, UMA PUTARIA! EU FICO DESGRAÇADO DA MINHA CARA! Sua cabecinha fresca do caralho, conhece a Revolução Francesa? O Inferno de Dante? VOU PEGAR UMA TROLHA, ENFIAR NO SEU RABO E AÍ YESSSSS! Vou ferrrrrarrrr com você! Menininha vagabunda com cara de... luz.

Nenhum presente entendeu aquilo. O guia espiritual d'Oriente, mestre de todos os jormats, havia sucumbido à raiva e ao lado negro da força. Choros de desespero puderam ser ouvidos até do FEA+, complexo feano multi-tarefa, onde este que vos fala trabalha arduamente no dia-a-dia por uma Faculdade USP melhor. Marcel* sentiu que o plano malévolo do caipira tinha dado certo. Começou, então, a insultar todos os presentes, criticando suas cutículas, seus cabelos com pontas duplas e suas barriguinhas, revelando a todos a enorme inveja que cada uma sentia por ela.

O Tio do Labri apareceu, então, para apartá-los. Ele estava presente, obviamente, pois tem dedicação exclusiva a seu trabalho no Laboratório. O primeiro round havia terminado. Todos estavam com os ânimos acalmados; era chegada a hora de Butico passar dos limites. O telefone do Labre tocou e, quando mestre Eduardo atendeu, mal sabia ele que sua vida mudaria de ali em diante. Era Lao, o Godfather da São Remo, truta de Marcel* e nêmesis de RRRR e Fernanda Braite. Ele ameaçou invadir o Labre sob tiros e eliminar o pobre nipônico, se não fossem cumpridas duas exigências: que a matéria de Marcel* fosse publicada em Comic Sans 14 na primeira página, e que finalmente saísse a foto do Boneco Doido no São Reminho.

Foi quando Marcel* retornou para o segundo round. Bruna A-buzzo, como sempre ponderada, foi tirar satisfações com a moça. Vozes gritando "pistoleira" e "UEPA!" ecoaram no CJE, ruborizando até Carlos Massa, que estava no Labre a fim de organizar seus textos de doutorado em barraco (fontes afirmam que ele assumirá o lugar do Prof. Dr. Dirceu Fernandes Lopes quando este aposentar-se). Marcel* resolveu pôr um fim à briga de modo deveras elegante. Gritou "CALABOCASUAPUTA!", à moda Dick, o capanga, e então mandou Bruna ir ceder o bumbum. Estávamos de volta ao perigoso terreno da 5ª série.

Como bons emos e pederastas, os mats caíram no choro. Não se tinha notícia de tantos litros de lágrimas corridas em um mesmo local desde a gravação do último episódio de A Usurpadora. Mas houve uma coisa que Butico não previu. Marcel* é uma mercenária e, como tal, não tem como ser controlada. O ataque final da serpente ficaria para depois, mais precisamente para o próximo semestre. A última frase da garota vai habitar nosso inconsciente durante os próximos 6 meses, certamente. Depois de muito chororô, traficantes e bundas dadas, Marcel* gritou:

— Vou fazer o Jornal do Campus com o not!

Com isso, finalizamos mais um trabalho de Xornalismo Fertate. Só o FurrECA poderia publicar a verdade em um caso que complica um dos integrantes de sua própria redação (localizada no Serviço de Comunicação da FFLCH, um lugar sério e de respeito). Agradecimentos especiais à jornalista especialmente enviada ao Labre para cobrir o evento, Lia Chartouni Segr* (nome fictício, para preservá-la).

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Sua "personal chamada" da Sessão da Tarde

Todos que entram aqui no FurrECA sabem do nosso apreço pela Sessão da Tarde.

Os filmes que são exibidos durante o afternoon são mais do que simplesmente filmes. São marcas que foram deixadas em nossas infâncias. Tarefa de casa? Só depois d'Os Batutinhas, na Sessão da Tarde. Sala de espera em consultório? Pra controlar a criançada, só mesmo Um Príncipe em Nova York, ou um Karate Kid. "Puxa, não tenho nada pra fazer. Preciso matar o tempo...". Pois lá estava K9 - Um Policial Bom Pra Cachorro pra gente gastar um boa hora e meia da nossa tardinha. Definitavamente, quem nunca viu a Sessão da Tarde perdeu muita coisa "boa".

Mas todo mundo sabe de uma coisa: as chamadas da Sessão da Tarde não se destacam pela originalidade. É um tal de "confusão" pra cá, "galerinha do barulho" pra lá". "Turma da pesada" então... era uma constante. Pode conferir no vídeo abaixo:


Mas a novidade é que agora você pode criar sua própria chamada da Sessão da Tarde! Basta clicar AQUI e divertir-se!

Poste aí nos comentários como ficou a sua chamada personalizada!

E aquele abraço!

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Horário político

Com o início do horário político, percebemos finalmente que estão chegando as "Eleiçãos" 2008. E aí, leitor furreco... Já escolheu seu candidato a vereador?

Não?

OK, não tem problema. Como o FurrECA é um blog muito engajado na política, vamos ajudar você a escolher seu candidato!

Como?

Simples, é só assistir o vídeo abaixo e escolher um deles! É batata!



Nenhum deles agradou?

Então vote naquele que você conhece muito bem: o candidato Dirceu Travesso! [foto abaixo, ao centro]




É... Acho que não vai dar...

Ainda bem que eu voto em Guariba... Lá tem o Luquinha, candidato a vereador, que é conhecido como o Usain Bolt do interior paulista... mas isso fica pra outra postagem

Deixe aí nos comentários o nome do seu escolhido!

E aquele abraço!