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sexta-feira, 20 de maio de 2011

Cannes homenageia clássico com Schwarzenegger

Em um ano cheio de homenagens, o conselho curador do Festival de Cannes exibiu nesta sexta-feira (20) a versão original do clássico Um Tira no Jardim de Infância, do aclamado Ivan Reitman, em película sem restauração digital, para comemorar o 21º aniversário do filme. A sessão aconteceu ao mesmo tempo em que Laranja Mecânica, filme obscuro do desconhecido diretor Stanley Kubrick, foi homenageado por cineastas cults portando óculos de acetato, all-star quadriculado e calças parecidas com a do personagem Agostinho, de A Grande Família.

Grandes nomes do cinema internacional estavam presentes no evento, entre eles Arnaldo Jabor, grande diretor brasileiro. "Comparo este filme com o governo FHC, em contrapartida àquela aberração que passou na outra sala, que comparo com o governo Lula", disse o colunista multitarefa, que também comenta economia, política e variedades. Segundo ele, enquanto o filme de Reitman ressalta valores indispensáveis às boas práticas democráticas, exaltando instituições como a família, a polícia e o livre-mercado, o outro é "petralha".

Entre os comes e bebes, estavam champagne, croissant e petit-gateau, que alimentaram principalmente os jornalistas do local. No anúncio oficial da organização de Cannes, Um Tira no Jardim de Infância é dito como um clássico do cinema contemporâneo e grande destaque é dado à atuação de Arnold Schwarzenegger, ex-ator, ex-fisiculturista e ex-governador da Califórnia. "Arnie mais uma vez está esplendoroso, o que nos faz perguntar o que diabos a Academia norte-americana está fazendo que ainda não o agraciou com um Oscar", ressalta o texto.

Procurado pela redação de FurrECA, Schwarzenegger não quis comentar sobre a homenagem recebida, ou sobre o porquê de ainda não ter um Oscar. Ao menos foi o que o repórter entendeu via telefone, já que o sotaque austríaco torna a comunicação entre seres humanos e o republicano muito mais difícil. Duas frases, porém, se destacaram no contato: "I'll destroy you" e "put that cookie down".

Para saber mais sobre o filme, leia a crítica de FurrECA que destrincha este clássico.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Técnico de audiovisual é internado após ler notícia trágica

Highway to Hell - Alexandre do Audiovisual, técnico do Departamento de Jornalismo e Editoração (CJE) da ECA-USP foi internado no Hospital Universitário (HU) após mais uma sessão de oneração do Estado em sua sala, quando visitava blogs humorísticos e sites de notícia em geral.

Em mais uma procura inútil no Google, Alê do AV, como é conhecido nos meandros do CJE, buscou "Back in Black AC/DC", e se deparou com uma notícia estarrecedora: 'Back in Black, do AC/DC, ganha versão em português dos Detonautas. Fã incondicional do grupo australiano, o técnico não aguentou o impacto após ler tal impropério, e teve um infarto fulminante. Na foto ao lado, Alexandre, ainda com os cabelos curtos, dava os primeiros passos na produção audiovisual ajudando a produzir um clipe do Angra.

Segundo fontes próximas ao professor José Coelho Sobrinho, chefe do departamento, o ocorrido coincide com os antigos planos da demissão de Alexandre, que há anos utiliza os recursos da faculdade para fazer não mais que "nada" e, assim, exercer os lendários 100% de disponibilidade atribuídos a ele pelo professor Luiz Fernando Santoro. "Heaheahaehafinalmenteesseviadinhocabeludovaiprosaco,oCoelhotáfelizoCoelhotáfelizesuamãetambém", disse o entrevistado, que não quis ser identificado.

A assessoria de imprensa do HU informou que Alê permanece em coma e ainda corre risco de morte. De acordo com os médicos, as únicas reações do paciente a estímulos externos até agora são as palavras "de volta ao preto, eu acerto o saco...", como que num exercício de tentar entender como seria a versão tupiniquim do clássico do Hard Rock.

Para saber mais sobre Alexandre do Audiovisual, clique aqui.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Criatividade é tudo...

... no mundo dos negócios.

Exame x Brasil Econômico

Clique na imagem abaixo e comprove.




Detalhe: o"E" vermelho deve ter uns 40 anos a mais que o preto...

quarta-feira, 24 de março de 2010

O Multifacetado Multibilionário

Olá, amiguinhos, como vão?

Já tem um longo tempo desde nossa última postagem. É que, de uns meses para cá, ficamos ocupados demais trabalhando em dois turnos e estudando em outros dois. Entretanto, alguns frilas de máxima importância merecem ser postados nesse blog, uma verdadeira vitrine e um trampolim para nossas carreiras.

Um desses trabalhos, que deve concorrer ao prêmio Esso de reportagem e fotojornalismo, foi uma matéria que fizemos para uma importante revista de economia e negócios, disponível nas melhores bancas do ramo. Não se fala em outra coisa a não ser na ousadia e na habilidade do multibilionário Eike Batista, dono do grupo EBX. Todo mundo quer uma foto ou declaração de Eike apertando o botão do IPO na Bovespa, inaugurando um empreendimento, descobrindo um poço de petróleo, etc, etc. Mas pouquíssimos tiveram o privilégio de conhecer outras facetas da complexa personalidade do mito dos negócios no Brasil.Nós estamos entre os pouquíssimos. As imagens abaixo, captadas única e exclusivamente por causa da nossa sagacidade, revelam quem é Eike Batista.

Eike Baixista, o homem que gosta de fazer um som nas horas vagas.




Eike Machista, o homem de pegada forte.


Eike Petista, o militante.


Eike Frentista, homem trabalhador, não tem medo de pôr a mão na massa.



Eike Passista sabe apreciar como ninguém as manifestações culturais do Brasil.



E por que não Eike Santista, torcendo pelo time de coração?



O grande especialista nas riquezas minerais do Brasil, Eike Ametista.



E agora uma versão 2.0 de uma célebre jurada do Sílvio Santos - EIke Maravilha



Eike Budista,
um homem de fé.


Eike Nortista, depois de provar feijão de corda.


E finalmente, o primo ilustre do empresário. Achamos o rapaz passeando na Rodeo Drive, mas ele topou parar para uma foto. Com vocês, o grande Eike Tyson


É isso aí. Aguardem as próximas matérias exclusivas do mundo dos negócios.





terça-feira, 7 de abril de 2009

Festa à fantasia

É isso mesmo, amiguinhos! FurrECA se encheu de fazer jornalismo sério e de qualidade. Para variar um pouco, resolvemos dar início a uma nova empreitada e enveredar pelo mundo das celebridades com todas as suas festas, badalações, bizarrices e futilidades. Que se exploda o Amaury Jr. Quem cobre as melhores baladas agora somos nós! Jornalista que é jornalista sabe que 2009 é o Ano da França no Brasil. Porém, o que quase ninguém sabe é que um de nossos professores, grande entusiasta do azul, branco e vermelho, decidiu comemorar este acontecimento cultural em grande estilo. Na noite da última sexta-feira (03), o mestre Luiz Fernando Santoro, em homenagem ao Ano da França cá na terrinha, deu uma festa de arromba em seu palacete. A festa, à fantasia, varou a madrugada e deu o que falar. A equipe FurrECA esteve lá e conta para você o que rolou. Confira agora!

(Fizemos a reportagem em vídeo, mas por sérias restrições, não conseguimos postá-lo aqui. Entretanto, em homenagem ao mestre Santoro, fizemos a decoupage do áudio e colocamos algumas imagens da festa. Contentem-se!)

...

E aí galera que acompanha o FurrECA, boa noite! Estamos aqui na badaladíssima festa à fantasia que o Mestre Santoro oferece em homenagem ao Ano da França no Brasil. Estão dizendo que diversas celebridades do mundo CJEnse vieram, com fantasias im-per-dí-veis. Nós vamos entrar agora e mostrar tudo para vocês.

...

A festa está bombando! Olha lá os professores dançando ao som do Cansei de Ser Sexy. Parece que a azaração está rolando solta por aqui! Vamos chegar perto para tentar falar com alguns deles. Será que eles contam para vocês aí de casa do que estão fantasiados?

Olha o Dennis ali! Espera aí, Dennis, fala um pouquinho com a gente! E aí, professor, está curtindo a balada?

Dennis: Tôcurtindosim, hahaha...hahaha...pegueisuamãeagoramesmonobanheiro!!

Ah, que bom, professor. Legal saber que o senhor está em um momento tão bonito da sua carreira. Agora conta para o pessoal lá de casa: que fantasia é esta? Ninguém conseguiu decifrar.

Dennis: Ahhahaha...euvimfantasiadodeÉdipo!Eleémeuídolo! Éoúnicocaraqueconseguiupegaraprópriamãe! Hahaha...hahaha...eleéfodão, eleéfodão! Jáfaleiquepegueisuamãehoje?

Ah, que maravilha, Dennis! Então, muito sucesso para você, curta bastante a festa!

...

Ali no cantinho, dançando com algumas moças vestidas de enfermeira, um professor vestido de lobo mau! Vamos chegar perto para ver se ele fala com a gente.

Ah, que beleza! O professor está curtindo, cantando, rodeado de enfermeiras.

(Lobo Mau cantando e dançando)"Mexe o cadeirrrra, menina mexe o cadeirrra"... "Vai ralando no boquinha do garrrafa, é no boca do garrrafa..." "Hoje o jirripoca vai piarrr, vai... vai piarrr o noite inteirrra"

E aí, professor, curtindo a balada do Santoro?

Lobo Mau: Isto é o de menos, carrro rrrrepórrrterrr. O festa da Santorrrro é apenas um trrrampolim prrro meu prrróprrio balada! Ho ho ho...

Professor, vimos o senhor conversando, ainda há pouco, com aquela professora fantasiada de "La Femme Nikita". O senhor pode nos contar o que rolou nessa conversa? Tá rolando um clima entre vocês?


Lobo Mau: RRRolarrria, porrr mim, acrrredite. Mas estamos nos conhecendo ainda... prrretendo explicarrr prra ela, logo mais, o tal do pós-simbólico. Ela jurrra que non existe, mas vai se surrprrreenderrr com o tamanho do meu teorrria. Ho ho ho

(Dennis chega sobre o ombro do professor lobo mau, gritando e cuspindo litros de saliva enquanto tira sarro):

Êêêêêleleôôôleleôleleôleleôpegou!
Êêêêê
leleôôôleleôleleôleleôpegueisuamãe!

Lobo Mau: Mein Gott, que desagrradável. Non é à toa que ele non tem amigos porrr aqui...agorra vazem que vou rrrequebrrrarrr.

Maravilha, professor, boa balada!

...

A festa está a mil, enquanto os professores enlouquecem na pista. Confiram um pouco das melhores fantasias:

Ali próximo ao banheiro, um dos professores está fantasiado de Chaparro! Olha a fidelidade da fantasia! Daqui vocês podem ver também, ali no bar, uma professora com a toga de Aristótilis. Vejam perto do hall uma múmia milenar fantasiada de professora do CJE, que beleza! Espera... o que é aquilo? Tem alguém fantasiado de membro da equipe FurrECA? I-na-cre-di-tá-vel!!! Vamos falar com ele.

E aí, professor, que fantasia é essa?

Furrecano: Vim fantasiado de Chico. O Chicão é o meu furrecano preferido, ué... sem mais comentários, tá!

...

Vamos tentar falar agora com o dono da festa, o Mestre Santoro, fantasiado de Obelix. É difícil, ninguém consegue chegar perto dele, mas por vocês, que estão aí em casa, vale o sacrifício.

(Nos acotovelando com mais de 30 jornalistas) Ei, Mestre, fale um pouco sobre a razão dessa festa!

Santoro: Olá, xente! Que sautate te focês! Por onte antaram? Olha, acompanho muito o trapalho te focês, fiu? Atoro! Acompanho principalmente o trapalho te rátxio! Já terminaram? (Alisa a barriga e ri)

A festa é um mimo pros meus colecas to tepartamento. Achei que, acora que as eleições pra reitor estão checanto, seria lecal lemprar a totos o cara lecal que eu sou.

(Santoro aponta para o Professor Lobo Mau, pisca os olhos e dispara) Who is your tatty, pic pat wolf? Tell me! Who is your tatty?

Acora checa te encher o saco, caras. Fão curtir a palata. Sei que focês curtem xocar um truco. Pois pem, ali na minha sala tem uma mêêêÊÊÊÊêêsa, potem ir xocar lá...peper umas prexas...fão curtir, amicos! Eu fou cair na pista. Excuse-moi.

...

É isso aí, galera. Essa foi a festa do Santoro, a qual não teve muito a ver com o ano da França no Brasil...mas teve muita azaração e várias novidades do mundo das celebridades!!! Fiquem com a gente. Semana que vem tem a festa de aniversário da Mitika e FurrECA vai até lá ver no que vai dar!



Até, amiguinhos!

quinta-feira, 26 de março de 2009

Sumidão

Tem reparado que um professor ecano tem estado bastante ausente nos últimos tempos?

Descobrimos a razão:

Feterano? Sou um carotinho ainta!

Para acabar com o preconceito! Fofinhos também podem jogar tênis!

quarta-feira, 25 de março de 2009

Mudanças Geográficas

PLANTÃO FURRECA!
Todo mundo sabe o que é o Meridiano de Greenwich, aquele que divide a Terra ao meio, em oriente e ocidente:

O que nem todos sabem é que, recentemente, a SOGRA (Sociedade Geográfica de Referências e Atribuições), órgão responsável pela "mapificação" do nosso mundo, resolveu adotar um novo meridiano-referência.

A nova linha chama-se "Meridiano de Dirceu", e sua demarcação pode ser vista no mapa abaixo":

E a novidade já pode ser vista na cidade de São Paulo:

Conhece?

Mais informações aqui

segunda-feira, 23 de março de 2009

Grandes figuras do CJE: Alexandre do Audiovisual

Seu semblante entristecido pode ser percebido com facilidade. Enquanto vaga cabisbaixo pelos corredores do CJE, Alexandre do Audiovisual lamenta a perda de sua tão querida sala, onde exercia a técnica milenar e secreta da disponibilidade plena, aprendida após um período de treinamento árduo com os maiores mestres da área, no Museu de Ciências da USP.

A sala de Alexandre era praticamente um patrimônio tombado do CJE quando teve sua porta cimentada para a construção de uma rampa para cadeirantes no estúdio de TV. "Aquela sala era meu aconchego, meu cafofo", lamenta do Audiovisual (esse é o sobrenome dele, mesmo).

De fato, nosso fã de AC/DC faforito viveu grande parte de sua vida em seu reduto, escutando sua música preferida, que, como todos sabem, é Back in Black da banda supracitada, enquanto fazia novos amigos no orkut, seguia alguns mais antigos no twitter e, de vez em quando, trabalhava com audiovisual.

Mas quem é Alexandre do Audiovisual? Que figura é essa, que, com seus 100% de disponibilidade, tanto colabora com o andamento do nosso departamento?


Nascido sob o nome de Alexandre Munhoz Vieira, nosso herói desde cedo foi demonstrando suas aptidões para o audiovisual. Ele conta que não podia ver uma ilha de edição que já ia fuçando e mexendo. "Um dia, quando eu ainda usava fraldas, minha mãe teve que sair me arrastando, porque eu me enfiei entre os antigos equipamentos do meu pai e comecei a planejar um Jornal da FFLCH... e já fazia melhor do que ele é hoje", ri pimpão.

Alexandre teve uma infância sofrida. Seu pai, senhor Roberto o abandonou antes que pudesse dar o seu primeiro choro para poder seguir com sua carreira bem sucedida de técnico em audiovisual. Sua mãe, revoltada, temendo que seu adorado pimpolho seguisse os passos de seu ex-amante decretou que Alexandre nunca, em hipótese alguma, chegaria perto de equipamentos de audiovisual.

O resultado desta proibição foi óbvio. Um jovem que cresce sem uma figura paterna e descobre seus talentos, desejos e ambições e vê-se podado e sabotado pela mãe acaba ficando revoltado. Foi então que Alexandre, até então fã nº1 de Balão Mágico, descobriu o rock'n'roll e se apaixonou por AC/DC. Logo entrou no mundo das drogas. Começou com álcool e maconha e foi, progressivamente, passando para as drogas mais pesadas, como o crack, a heroína e Cansei de Ser Sexy.

Um dia ele percebeu. Ele não podia deixar que sua mãe ditasse o rumo de sua vida e que o impedisse de ser quem de fato era: um gênio do audiovisual. Em protesto, largou a casa de sua mãe e foi em busca de seu pai, Roberto do Audiovisual, que, ao ver o rosto de Alexandre e enxergar nele o mesmo talento que por Deus lhe foi concedido e as possibilidades que o futuro lhe reservava, percebeu seu erro e o acolheu como um filho. "Foi um momento emocionante da minha vida. Enfim, percebi que eu podia ser eu mesmo", recorda com os olhos marejados.

Nosso herói largou seu antigo sobrenome, que representava a última barreira de ligação com sua opressora mãe, para homenagear seu pai: Alexandre Munhoz Vieira morria para dar vida a Alexandre do Audiovisual, esta figura carismática da qual tratamos.

Sua vida com seu pai, no entanto, não era um mar de rosas. O relacionamento com Seo Roberto não poderia ser melhor, mas havia um grande problema: seu meio-irmão Sílvio do Audiovisual, nascido alguns anos depois da fuga de seu genitor. Sílvio nunca aceitou muito bem Alexandre e sempre teve inveja de seus talentos audiovisuais, pois, mesmo com seu sobrenome, nunca conseguiu grandes façanhas. "O Sílvio era f... Não me deixava em paz em momento algum. Ele sabia que não tinha tanta capacidade quanto eu e ficava me infernizando. Acho que ele nunca aceitou ficar na minha sombra", reclama de forma irritada Alexandre.

A inveja não o impediu de continuar a busca pela consagração. Alexandre fez um curso técnico de Audiovisual na Escola Técnica Estadual Professor Camargo Aranha, onde se formou com louvor. O curso foi extinto após a cerimônia de entrega de diplomas, pois os professores alegavam estar embasbacados com o futuro e a capacidade de Alexandre do Audiovisual e que nenhum outro aluno chegaria aos seus pés.

Chegou, então, à Faculdade USP, estagiou no Museu de Ciências e conseguiu graduar-se com sucesso. O período que passou dentro FUSP, no entanto, decidiria o rumo de sua vida, pois conheceria alguém decidido a mudá-la: Luiz Fernando Santoro.

Alexandre encontrara Santoro nos corredores do CTR. "Ele era um garoto baixinho, que parecia amedrontado com a vida universitária e eu o ajudei. Ficamos bons amigos", afirma Alexandre, que até o momento não sabia que o que o futuro lhe reservava.

Novamente Alexandre impressionou docentes com seu talento. O curso de Rádio e TV teve seu nome mudado, fazendo menção a um dos melhores alunos da história do CTR. O curso passava a se chamar "Audiovisual".

O destino, no entanto, pregou uma peça em nosso virtuoso companheiro de departamento. De tanto ouvir Back In Black, teve alguns problemas no ouvido, sendo necessária uma cirurgia. Quando deixou o hospital, havia apenas mais uma vaga para o mestrado.

Alexandre conversou com Santoro, que também desejava mestrar-se em audiovisual. Porém, por ter menos qualidades, sabia que competir com nosso amigo cabeludo pela vaga seria impossível. E foi neste ponto que ocorreu a reviravolta na vida de Alex do Audiovisual.

Certo de que sua vaga estava garantida, Alexandre foi falar com Tupã Gomes Correa, responsável pela seleção dos mestrandos. Quando chegou, foi informado de que todas as vagas já haviam sido preenchidas.

Alexandre ficou perplexo. "Quem poderia ter feito isso?", pensava inconsolável. Aquela vaga já tinha seu nome.

Foi quando Alexandre viu uma figura baixinha e gordinha andando com as pernas arqueadas, como se estivesse com muita dor. Ele não acreditava no que via: seu melhor amigo o esfaqueava pelas costas.

O gordinho, então, percebendo a figura alta, magra, de cabelos compridos e vestida de preto, disse: "Alexantre, sua pipinha! O munto é tos espertos! Popeou, tançou. Toeu, mas faleu a pena. Meu futuro tá quasse carantido, acora"

Sem perceber a ironia de ser chamado de "bibinha" por alguém que tinha acabado de fazer o que Santoro havia feito, Alexandre entrou em depressão. Desempregado, não conseguiu mestrar-se em uma instituição particular. Triste, não conseguiu vaga em uma pública. "Era o fim pra mim", disse Alexandre.

Chegara ao fundo do poço, onde vivera por um longo tempo. Voltara ao mundo das drogas, mas o público já conhece as histórias de viciados, por isso não nos prolongaremos nesta fase de sua vida. Basta dizer que esta não foi diferente.

Alexandre, então, buscou o caminho para a salvação na religião. Como diz a música, levantou, sacudiu a poeira e deu a volta por cima.

Depois de tanto tempo perdido no mundo, Alexandre buscou voltar ao que ele mais sabia fazer, mas não tinha mais tantas ambições. Estudou, estudou e conseguiu passar em um concurso público para trabalhar no último lugar onde ele havia sido feliz: a Escola de Comunicação de Artes. Seu meio-irmão Silvio do Audiovisual, ciumento e ansioso por agradar seu pai, também conseguiu vaga como técnico no Serviço de Comunicação Social da FFLCH, onde, devido à falta de talento, faz as maiores atrocidades com a câmera que se pode imaginar.

O destino, no entanto, pegaria em seu pé outra vez. Quando abria a porta de sua nova sala, onde auxiliaria alunos nas aulas de Radio e Telejornalismo, ouviu uma voz familiar: "Alexantre, sua pipinha! Que sautates te focê!".

Seu sangue ferveu. Sua face avermelhou-se. Aquela voz... Não podia ser...

Mas era. Santoro havia conseguido doutorar-se e ocupava o cargo de professor de telejornalismo na ECA. Com suas trapaças, reunia fama, dinheiro e fortuna. Alexandre, em contraponto, tinha apenas uma camiseta surrada do AC/DC, uma calça jeans preta e o dinheiro do busão. Tudo por culpa daquele gordo, que um dia fingiu ser seu amigo.

Mas Alexantre... ops... Alexandre decidiu que não sofreria novamente por causa daquele troca-letras infeliz. Seguiria sua vida normalmente, trabalharia duro para ganhar o pão de cada dia. O carma lhe recompensaria.

Mas quem disse que o destino gosta de Alexandre? Santoro não o permitia esquecer a rasteira que um dia levou. "Pipinha... AC/TC é mússica te fiatinho, sapia?", dizia o sacana com cabelos acaju, enquanto dava petelecos nas orelhas do concentrado técnico de audiovisual. Além disso, arrastava Alexandre para eventos como o Prêmio Melhores do Semestre, onde era obrigado a pagar micos inimagináveis. Tratava-o como um escravo, perguntando toda hora se ele sabia como "fasser orkut escontito".

Alexandre foi aos poucos perdendo o gosto pelo trabalho. Começou a passar o dia no orkut e twitter, como dito no início do texto. Luiz Fernando Santoro não perdoou: passou a falar para todos os seus alunos para irem importuná-lo, espalhando os famigerados 100% de disponibilidade por todo o departamento, o que muito irritava nosso sofrido funcionário público. "Aquele gordo me passava trabalho como se eu não tivesse mais nada pra fazer", reclama revoltado.

Um triste dia, depois de chegarem os rumores da oneração de Alexandre, José Luiz Proença inventou uma reforma no departamento como pretexto para dar fim ao emprego do técnico em audiovisual mais querido da Faculdade USP. Pintaram-se as paredes, construiu-se uma rampa na entrada do CJE para dar credibilidade à reforma, mas o verdadeiro interesse era a sala de Alexandre.

Com a rampa que leva ao estúdio de TV, Alexandre tornou-se um sem-teto. Sua sala, assim como faz a Professora Doutora Alice Mitika Koshiyama, servia também como um quarto. "Não sabia mais o que fazer... minha vida, mais uma vez desmoronava".

Atualmente Alexandre do Audiovisual não trabalha mais com audiovisual. Não pode mais fazer o que gosta, mas tem que ganhar o seu sustento de alguma forma. E, não sabendo o que fazer, teve novamente de se sujeitar a uma humilhação.

Lá estava o magro fã de AC/DC comendo um pão com manteiga quando Santoro, com um ar de superioridade, disse:

"Seu fiatinho... Eu estafa com tinheiro sopranto e teciti aprir uma loxa. É uma loxa te roupas para cortinhos... Não que eu sexa cortinho, mas tenho muitos amicos que são. Xe suis trop sexy pour ma chemise... É a Santorini. Então, Alexantre... Não quer uma faca te faxineiro? Eu sei que focê tá precisanto."

Alexandre aceitou. "Preciso me alimentar. É só uma fase. Algum dia tornarei a ter meu talento reconhecido mundialmente, ganharei muito dinheiro e poderei viver com dignidade". A única coisa que ainda o consola são seus discos do AC/DC

Ele lamenta profundamente a vida de sonhos desperdiçados e despedaçados. Sua vida não é o que poderia ter sido. Alexandre acredita, no entanto, que seu pai, Seo Roberto do Audiovisual, teria orgulho de quem se tornou. "Não tenho muito dinheiro, mas sou honesto. Diferentemente daquele que roubou tudo que poderia ter sido meu."

Até o fechamento desta matéria Alexandre do Audiovisual ainda não havia se suicidado. A Equipe FurrECA continuará acompanhando o caso.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Nós avisamos...

Olá, amiguinhos, estamos de volta. E já chegamos com uma matéria reveladora. Vamos mostrar agora por que sugerimos R. S. da Silva para o cargo de editor desde os tempos remotos de São Remo, quando o David ainda era bixo. Err, digo...

Enfim. Como todos sabem, na última edição do Jornal do Campus, Id Cabid foi editor da nova página de Conhecimento, que pretende mostrar as produção da Faculdade USP. Pimpão como é, o desprovido capilarmente decidiu transformar a editoria em uma filial da Superinteressante, famosa revista científica muito respeitada da OB. Mandou seus repórteres Adriana, Wãdço e Santo atrás de matérias sobre teletransporte segundo professores da FUSP. O resultado foi uma bela página, mas nem tudo foram flores nesse fechamento.

Renato Santino, mais uma vez preterido no cargo de chefia, resolveu fazer corpo mole e não entregar seu texto a tempo. Na quarta-feira do fechamento, às 22h50, quando o Tio do Labre já apagava as luzes, Santo mandou via telex sua matéria para o editor, que teve de fazer milagre, já que apenas 1/3 dos 2500 caracteres pedidos foram escritos. Mesmo assim, os elogios foram muitos e a editoria de Conhecimento tornou-se uma das páginas mais lidas na USP, principalmente nos banheiros da FEA.

O que ninguém sabe é que, tivesse sido Santo o editor nessa edição, o jornalismo como o conhecemos seria totalmente revolucionado. As amarras da tradição gráfica e do texto jornalístico não são nada para nosso intrépido colega, que as trata como feijão no bandejão - desprezando-as. Trema, Dirceu! Esconda-se, Proença! Chupa, Mayrra! E é exatamente por isso que na próxima edição esse terrível erro já foi consertado e Cabid, o totalitário, tornar-se-á um reles repórter (a ser enviado ao campus Pirassununga para apuração). Trazemos agora um modelo perdido da página de Santo, encontrada em sua estação de trabalho na comunicação da FFLCH, entre episódios de Family Guy e emuladores de videogames da Nintendo. Here goes nothing...


Deixe abaixo seu comentário sobre essa obra-prima da diagramação, aprovado até mesmo pela ""professora"" Carla Fernanda Fontana, cuja famosa frase é "bom gosto zero".

Então é isso, fellas! Mais uma vez, R. Santino é personagem nesse espaço virtual, que agora volta com toda força. Não perca em breve a triste história de um técnico audiovisual sem-teto, sem-terra e sem-ferconha. Abrás!

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Grandes figuras da Faculdade USP

Publicado originalmente na revista Realidade, com o Pelé na capa.

"Não quero essa bosta de feijão, tia!". É assim que Renato Santino da Silva começa sua tarde de muita produção na Universidade de São Paulo, passando pelo famoso Restaurante Central após conseguir o ticket de algum transeunte desavisado.


[o feijão é um alimento muito nutritivo e importante em uma alimentação balanceada]

Santo, como é conhecido por seus amigos de sala, adora ir no "bandejão" na hora do almoço, logo após uma importante aula do professor De Paula Tejano. Entre uns poemas de Camões, a agudeza y engeño de Manuel Botelho Pinto e as bundas costosa de Jorge Amado, o corintiano aumenta seus conhecimentos sobre literatura, que a essa altura já são vastos.

[Quem Castro Alves? Machado de Assis! Como? Camões! Essa de novo? Não, Eça de Queiroz!]


Sim, corintiano. Nosso personagem nasceu na zona leste, famoso reduto gambático, e desde então, após o tapa na bunda primordial, vem chorando em alambrados e perdendo para o River Plate. Mas algo parece estar errado nessa afirmação. "Nunca fui no Paca, estádio de pobre!", revela Santo, que nunca assistiu ao vivo a uma das incontáveis derrotas do """coringão""" para o São Paulo ou o Palmeiras, seus carrascos eternos. Essa é a corrente do corintianismo fake, segundo estudos do professor Butico do MIT (Matuto Institute of Technology). Renato Santino defende-se, afirmando que sempre torce para o clube alviafro, principalmente quando o Corinthians está bem. "Faz tempo pra porra!", lembra.

[organizadas do """Timão""" mostram seus bandeirões multi-coloridos! Um ar-ra-so!]

Enquanto caminhamos de volta para a Escola de Comunicações e Artes, entre um tropeço aqui e uma olhada de canto de olho em uma japonesa acolá, o entrevistado abre seu coração. Diz se sentir lesado pelo sistema, por ter que trabalhar duro desde pequeno. O tempo de muitos serviços prestados como técnico de Informática na Escola Técnica Estadual Camargo Aranha (entra virgem e sai piranha), logo no 2º colegial, trazem lágrimas ao rosto do estudante. Santo conta uma história assustadora: "porra, eu lembro quando eu travei o PC da biblioteca jogando Tíbia... Aquela gorda nojenta da coordenadora me fez consertar o PC! Aí eu levei pra casa e trouxe de volta um Pense Bem pra enganar eles!"


[o famoso Pense Bem, mais potento que os computadores do Labri]

Já no primeiro ano de faculdade, o corintiano viu-se impossibilitado de estudar pois teve de ir à labuta. Foi assim que ele foi apresentado à Ricardo Viveiros Oficina de Comunicação, onde passava o dia atendendo a pedidos de jornalistas e contribuindo para o aquecimento da economia nesse nicho de mercado. "Eu lembro quando a minha chefe me pegou no orkut cinco minutos e meio depois de ter começado na Viveiros... Foi tenso!", recorda Santo, enquanto ri nostalgicamente desses dias dourados. Muito tempo depois, aproximadamente dois meses, Santino já estava no olho da rua. Mais uma vez em sua vida experimentava o amargo gosto da competição corporativa, imposta pelo sistema capitalista.


[um dos viveiros do Ricardo]

Hoje Renato Santino é um garoto que se dedica à pesquisa acadêmica. Três vezes por semana ele conduz experimentos na área de comunicação e fisioterapia (como por exemplo a teoria dos Quatro Erres formulada pelo doutor Rostás, que explica como agüentar 10 horas seguidas com a bunda em uma cadeira de escritório), tendo até dispensado uma bolsa Fapesp para tal. Segundo o pesquisador, o objetivo não é ganhar dinheiro, e sim contribuir para a comunidade, que tanto ofereceu a ele nesses anos em que fez parte da máquina do ensino público. "Os PCs do Labri são uma merda e o tio do Labri é um viado! Pelo menos todo dia tem uma gostosa aqui...", elogia o corintiano.


[uma das bundas costosa vistas numa tarde do Labri]


Mesmo assim, nem só do laboratório vive o homem. Portanto, um estágio na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas já está encaminhado, no qual Santo publicará suas matérias em um jornal semestral e cuidará do atendimento à imprensa através de uma linha telefônica cujo número não é divulgado a ninguém, a míseros 1560 (Hum Mil Quinhentos e Sessenta) reais semanais.

















Renato Santino também sabe se divertir. Nas horas vagas, joga um truco com seus colegas de classe pelos corredores do Departamento de Jornalismo e Editoração. Ele é conhecido por ser o primeiro truqueiro a estabelecer um nível de risco mínimo para se trucar, que consiste na hora em que ele possui pelo menos cinco manilhas. Além disso, a fama de Renato vai longe no que diz respeito ao carteado. Ele é considerado o maior maceiro do truco regional da Cidade Universitária do centro-norte, que pega áreas como a creche universitária, o banheiro do coseas e as pedras da praça do relógio. "Outro dia mandei três setes pro Erre, dois cincos e um rei pra mim! Assim que olhei as cartas, joguei no monte, mas o Chico e o Id tinham três quatros, um cinco e dois seis...", diz, contando suas peripécias.

[partida de truco exibida pela ESPN 8, "The Ocho"]

Por fim, Santo também é sempre visto como um exímio apoiador do transporte público. Passando várias de suas horas no trajeto casa-universidade-casa, o estudante já se tornou amigo de motoristas e cobradores das linhas que freqüenta, como o Terminal Pq. Dom Pedro, o Jd. D'Abril e o Urubupungá. Sentamos ao seu lado no Praça da Sé que caminhava com um motorista deprimido, por ter acabado de terminar um casamento de 17 anos. "PORRA, QUERIA CHEGAR CEDO EM CASA HOJE... MAS PARECE QUE NÃO VAI DAR, ESSE MOTORISTA É UM VIADO!", brincou Renato Santino, dando petelecos nas orelhas do condutor.

[ônibus característico da Zona Leste paulistana]

Após algumas confusões durante o trajeto, o corintiano finalmente chega ao fim de mais um dia em sua agitada vida cheia de confusões. Apesar de sermos convidados para adentrar a residência do clã Silva, preferimos recusar. Afinal, um jornalista nunca deve aceitar mimos de suas fontes... "Quem vai vazá agora são vocês, seus putos! Me manda esse texto pra eu mudar as palavras e utilizar na AUN? Faltam só 10 pra eu passar...", despediu-se.

[Nadal comemora a bombada de Santo, com um tradicional YES! e um CHUPA SANTO!]

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Rock n' Roll e bebidas

Gosta de Rock? Então confira a lista do que cada tipo de roqueiro pede no bar:

Rock n’ Roll: Pede qualquer coisa com álcool. Bebe até morrer sufocado no próprio vômito.

Heavy Metal: Cerveja. Bebe demais e se mantém firme.

Thrash Metal: Pede gasolina.

Power Metal: Pede uma poção mágica.

Viking Metal: Pede hidromel. Fica extremamente bêbado, mas não cai.

Black Metal: Pede sangue de uma virgem.

White Metal: Pede água benta. Afinal, álcool é pecado.

Grunge: Pede Veneno. Não é atendido e decide comprar uma arma.

Rock Progressivo: Pede uma batida. Bebe pouco.

Metal Progressivo: Pede uma batida com tudo que tem direito. Pede várias esperando uma que chegue à perfeição. Fica bêbado e se torna um chato.

Hard Rock: Pede Jack Daniels. Fica bêbado e sai jogando TVs pelas janelas de hotéis.

Gothic Rock: Pede uma taça de vinho e diz que pensa em se matar.

Gothic Metal: Pede uma garrafa de vinho e logo depois se mata.

Doom Metal: Acha o vinho ruim e se mata.

Emocore: Não sabe o que escolher e começa a chorar.

Hardcore: Pede uma smirnoff ice ou qualquer coisa fraca para dizer que bebe.

Punk Rock: Pede uma cachaça barata, para não alimentar o sistema.

Glam Rock: Pede qualquer coisa colorida e brilhante.

New Metal: Pede a bebida mais forte querendo dar uma de bonzão e cai no primeiro gole

Indie Rock: Pede um refrigerante. Diet.

New Wave: Pede água. Com gás.

Deixe seu comentário aí embaixo, junto com um bode para sacrifício no palco!

E aquele abraço!

Dedicado ao boiola do Benaque

sábado, 27 de setembro de 2008

Novas funções do Paint


O Paint talvez seja a melhor invenção da era da informática. São incontáveis as coisas que você pode fazer com esse simples programinha do BRindows.
Tipo as montagens do Santo, o Van Gogh dos mouses, o Arcimboldo dos monitores!
São obras de mestre, você não acha?
Bom, mas se ele já caprichava nelas, imagina agora que ele resolveu entrar para um novo ramo: o entretenimento adulto!
Veja aí abaixo a primeira produção de Santo como diretor da sexagésima-nona arte!



Magnifique!
Palmas para o garoto que ele merece!
E deixe seu comentário aí abaixo!
E aquele abraço!
dedicado ao PedroKa, que deu o furo antes da gente

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Dirceu no Superpop

Pra quem não viu ao vivo, aí está o vídeo do querido prof. Dirceu participando do programa Superpop, na Rede TV.


Não consegue ver? Então clique AQUI

Aaaaaaah, Não gostou?

Então pega um TROLHA e aí ó:

YESSSSSSSSSSSSSSSS!!!!!!!!!!

Não esqueça de deixar seu comentário!

terça-feira, 16 de setembro de 2008

O Fotógrafo - Volume 3: Fotoxornalismo na França e Itália



"Facultate USP? Poa mesmo é essa aqui!"




Efeitos especiais... repare nos tons de beta-caroteno




Conhece a Brooksfield? É quase isso...


Não faço idéia do que se vende nessa loja


Que bom que as placas estão lá para ajudar



Feras da rua (a orelha é uma homenagem a Van Gogh)


Vai dizer que não conhece os moradores...



Aberto 24 Horas


Art Noveau... não está vendo a mensagem do artista?


A beleza das mulheres européias

A casa de Dona Fatinha está logo adiante


Dizem que o local serve uma feijoada de primeira

Na hora da fome, vale de tudo né?

Lei "Cidade Limpa" ajudando a combater a poluição visual

"Tança to Créu? Sou mais um Le Rebichon"

Aqui é tudo bem "baratim"

Grandes monarcas do passado

O Fotógrafo e o Mestre, na Cidade Luz

Isso é tudo, meus caros. Deixem seus comentários aí abaixo!

E não percam o próximo capítulo, amiguinhos, que será uma comemoração a nosso sexagésimo post!


Aquele abraço!