Amigos, muito boa noite. Aqui quem escreve é Erre-erre-erre-erre, também conhecido como Quatro-erre e "ow, você".

Venho através deste post fazer um pedido a vocês. Como alguns de nossos leitores vêm acompanhando no grupo de e-mails da sala Jornot 2007, nosso caro amigo C. Butico está com um ritmo alucinado de envio de mensagens, postagens no blog e unhas cortadas.
Pensando nisso, fica a pergunta: até quando? Enquanto pessoas como A. Sábio e eu trabalhamos duro na máquina do Estado, para prover serviços de qualidade a você, usuário das instalações fuspienses, o que nosso caro amigo caipira faz além de ser provido por quitutes ribeirão-pretanos direto da terrinha da cana? Como a resposta para essa pergunta é simplesmente "NADA", não temos outra opção a não ser tentar impedir que nosso companheiro pare de onerar o capital privado e atravancar a economia brasileira, que onerários como Tatê e Pedroka têm tanto trabalho para movimentar.
Tomemos mais um caso de vagabundagem como exemplo. R. Santino, menino criado a leite com pêra, ovomaltino (rimou), também passa suas tardes no mais completo ócio, assistindo a filmes como O Senhor Babá, com o astro Hulk Hogan e Bud, com Rafael Benaque. Mas há um detalhe que não é observado: a ineficiência do garoto decibel é solitária, ela não incomoda a ninguém. Ele fica horas e horas no Labre ONERANDO O ESTADO de maneira muito importante e proveitosa. Portanto, ele já está iniciado na arte do funcionalismo público, só restando, portanto, ganhar um salário faraônico para tal.
E Butico? Esse calhorda fica em casa vendo filmes de Anne Midori, atriz badalada no circuito alternativo cinematográfico, enquanto come batata chips e manda SMS com piadinhas de gosto duvidoso para seus colegas de sala. Como se não bastasse, ainda planta factóides no grupo de e-mails, afirmando que pessoas aleatórias permitiram a realização de festas de volúpia e luxúria em suas casas (como fez com a pobre coitada de C. Souza Ramos). Mas esperem, ainda há mais. Se você ligar agora... Digo, ele, não contente, incita seus companheiro a clicarem nos GoogleAds presentes neste recinto webal (por favor, cliquem, eles encontram-se à direita; é legal e divertido), deixando todos estressados enquanto ocupam-se de manipular alavancas por toda a FUSP.
Bom, depois desse nariz do Pedroka de cera, o que tenho em mente é o que segue. Vamos fazer uma intervenção. Assim como os viciados em psicotrópicos precisam que seus amigos se façam presentes nesse momento de dificuldade, C. Butico é uma alma perdida que vaga pela web gritando por socorro, apenas não sabe disso. Minha proposta é a inclusão oneracional de nosso amigo. Para que toda essa habilidade ociosa seja proveitosa para nossa nação, Butico precisa reverter as iniciativas para um estágio na FUSP. E existe local mais apropriado do que o Museu de Ciências? Vejam André, o Sábio, que também incluía-se nesse cenário, e adaptou-se maravilhosamente à vida de funcionário público. Outro ocioso que começou a contribuir com o Estado foi Pedroka. Não fosse suficiente, é notório que o Museu de Ciências abriga qualquer um que deseje lá ficar. O Cabid de emprego já abrigou perfis como Régener, Nilbberth, Gaultier, Gil Brother, Paulo Andrade (cadê seu wiki?) e Rafael Benaque (que só trabalhou lá para pegar uma das secretárias).
Então, caros amiguinhos, participem desta nossa empreitada em prol do futuro de um dos mais queridos caipiras de nossa nobre e amada sala e de um país melhor para nossos filhos. Sabemos a importância do onerarismo público para nossa economia, e também sabemos as dificuldades trazidas pela oneração privada. Então, pessoal, lançamos a campanha:
Tomemos mais um caso de vagabundagem como exemplo. R. Santino, menino criado a leite com pêra, ovomaltino (rimou), também passa suas tardes no mais completo ócio, assistindo a filmes como O Senhor Babá, com o astro Hulk Hogan e Bud, com Rafael Benaque. Mas há um detalhe que não é observado: a ineficiência do garoto decibel é solitária, ela não incomoda a ninguém. Ele fica horas e horas no Labre ONERANDO O ESTADO de maneira muito importante e proveitosa. Portanto, ele já está iniciado na arte do funcionalismo público, só restando, portanto, ganhar um salário faraônico para tal.
E Butico? Esse calhorda fica em casa vendo filmes de Anne Midori, atriz badalada no circuito alternativo cinematográfico, enquanto come batata chips e manda SMS com piadinhas de gosto duvidoso para seus colegas de sala. Como se não bastasse, ainda planta factóides no grupo de e-mails, afirmando que pessoas aleatórias permitiram a realização de festas de volúpia e luxúria em suas casas (como fez com a pobre coitada de C. Souza Ramos). Mas esperem, ainda há mais. Se você ligar agora... Digo, ele, não contente, incita seus companheiro a clicarem nos GoogleAds presentes neste recinto webal (por favor, cliquem, eles encontram-se à direita; é legal e divertido), deixando todos estressados enquanto ocupam-se de manipular alavancas por toda a FUSP.
Bom, depois desse nariz do Pedroka de cera, o que tenho em mente é o que segue. Vamos fazer uma intervenção. Assim como os viciados em psicotrópicos precisam que seus amigos se façam presentes nesse momento de dificuldade, C. Butico é uma alma perdida que vaga pela web gritando por socorro, apenas não sabe disso. Minha proposta é a inclusão oneracional de nosso amigo. Para que toda essa habilidade ociosa seja proveitosa para nossa nação, Butico precisa reverter as iniciativas para um estágio na FUSP. E existe local mais apropriado do que o Museu de Ciências? Vejam André, o Sábio, que também incluía-se nesse cenário, e adaptou-se maravilhosamente à vida de funcionário público. Outro ocioso que começou a contribuir com o Estado foi Pedroka. Não fosse suficiente, é notório que o Museu de Ciências abriga qualquer um que deseje lá ficar. O Cabid de emprego já abrigou perfis como Régener, Nilbberth, Gaultier, Gil Brother, Paulo Andrade (cadê seu wiki?) e Rafael Benaque (que só trabalhou lá para pegar uma das secretárias).
Então, caros amiguinhos, participem desta nossa empreitada em prol do futuro de um dos mais queridos caipiras de nossa nobre e amada sala e de um país melhor para nossos filhos. Sabemos a importância do onerarismo público para nossa economia, e também sabemos as dificuldades trazidas pela oneração privada. Então, pessoal, lançamos a campanha:

Colaborem, amiguinhos. Ajudando C. Butico, estaremos ajudando nosso Brasil varonil.