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sexta-feira, 20 de março de 2009

Nós avisamos...

Olá, amiguinhos, estamos de volta. E já chegamos com uma matéria reveladora. Vamos mostrar agora por que sugerimos R. S. da Silva para o cargo de editor desde os tempos remotos de São Remo, quando o David ainda era bixo. Err, digo...

Enfim. Como todos sabem, na última edição do Jornal do Campus, Id Cabid foi editor da nova página de Conhecimento, que pretende mostrar as produção da Faculdade USP. Pimpão como é, o desprovido capilarmente decidiu transformar a editoria em uma filial da Superinteressante, famosa revista científica muito respeitada da OB. Mandou seus repórteres Adriana, Wãdço e Santo atrás de matérias sobre teletransporte segundo professores da FUSP. O resultado foi uma bela página, mas nem tudo foram flores nesse fechamento.

Renato Santino, mais uma vez preterido no cargo de chefia, resolveu fazer corpo mole e não entregar seu texto a tempo. Na quarta-feira do fechamento, às 22h50, quando o Tio do Labre já apagava as luzes, Santo mandou via telex sua matéria para o editor, que teve de fazer milagre, já que apenas 1/3 dos 2500 caracteres pedidos foram escritos. Mesmo assim, os elogios foram muitos e a editoria de Conhecimento tornou-se uma das páginas mais lidas na USP, principalmente nos banheiros da FEA.

O que ninguém sabe é que, tivesse sido Santo o editor nessa edição, o jornalismo como o conhecemos seria totalmente revolucionado. As amarras da tradição gráfica e do texto jornalístico não são nada para nosso intrépido colega, que as trata como feijão no bandejão - desprezando-as. Trema, Dirceu! Esconda-se, Proença! Chupa, Mayrra! E é exatamente por isso que na próxima edição esse terrível erro já foi consertado e Cabid, o totalitário, tornar-se-á um reles repórter (a ser enviado ao campus Pirassununga para apuração). Trazemos agora um modelo perdido da página de Santo, encontrada em sua estação de trabalho na comunicação da FFLCH, entre episódios de Family Guy e emuladores de videogames da Nintendo. Here goes nothing...


Deixe abaixo seu comentário sobre essa obra-prima da diagramação, aprovado até mesmo pela ""professora"" Carla Fernanda Fontana, cuja famosa frase é "bom gosto zero".

Então é isso, fellas! Mais uma vez, R. Santino é personagem nesse espaço virtual, que agora volta com toda força. Não perca em breve a triste história de um técnico audiovisual sem-teto, sem-terra e sem-ferconha. Abrás!

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Rock n' Roll e bebidas

Gosta de Rock? Então confira a lista do que cada tipo de roqueiro pede no bar:

Rock n’ Roll: Pede qualquer coisa com álcool. Bebe até morrer sufocado no próprio vômito.

Heavy Metal: Cerveja. Bebe demais e se mantém firme.

Thrash Metal: Pede gasolina.

Power Metal: Pede uma poção mágica.

Viking Metal: Pede hidromel. Fica extremamente bêbado, mas não cai.

Black Metal: Pede sangue de uma virgem.

White Metal: Pede água benta. Afinal, álcool é pecado.

Grunge: Pede Veneno. Não é atendido e decide comprar uma arma.

Rock Progressivo: Pede uma batida. Bebe pouco.

Metal Progressivo: Pede uma batida com tudo que tem direito. Pede várias esperando uma que chegue à perfeição. Fica bêbado e se torna um chato.

Hard Rock: Pede Jack Daniels. Fica bêbado e sai jogando TVs pelas janelas de hotéis.

Gothic Rock: Pede uma taça de vinho e diz que pensa em se matar.

Gothic Metal: Pede uma garrafa de vinho e logo depois se mata.

Doom Metal: Acha o vinho ruim e se mata.

Emocore: Não sabe o que escolher e começa a chorar.

Hardcore: Pede uma smirnoff ice ou qualquer coisa fraca para dizer que bebe.

Punk Rock: Pede uma cachaça barata, para não alimentar o sistema.

Glam Rock: Pede qualquer coisa colorida e brilhante.

New Metal: Pede a bebida mais forte querendo dar uma de bonzão e cai no primeiro gole

Indie Rock: Pede um refrigerante. Diet.

New Wave: Pede água. Com gás.

Deixe seu comentário aí embaixo, junto com um bode para sacrifício no palco!

E aquele abraço!

Dedicado ao boiola do Benaque

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

RRRR e Id Entrevistam: Profª (?) Carla Fernanda Fontana

Sejam bem-vindos a mais uma entrevista da equipe FurrECA, com outra celebridade do mundo ecano. Desta vez, resolvemos entrevistar a nossa querida docente, Profª Carla Fernanda Fontana. Marcamos às 8h da manhã de sexta, mesmo horário no qual ela marcou conosco para a visita à gráfica.

O relógio batia oito da manhã, quando Carla provavelmente apareceu. Não demos as caras e mandamos Vanessa para assinar a lista para nós.

Até a próxima, amiguinhos! Esperem a próxima entrevista, que será uma surpresa bombástica. Ou não.