Enfim. Como todos sabem, na última edição do Jornal do Campus, Id Cabid foi editor da nova página de Conhecimento, que pretende mostrar as produção da Faculdade USP. Pimpão como é, o desprovido capilarmente decidiu transformar a editoria em uma filial da Superinteressante, famosa revista científica muito respeitada da OB. Mandou seus repórteres Adriana, Wãdço e Santo atrás de matérias sobre teletransporte segundo professores da FUSP. O resultado foi uma bela página, mas nem tudo foram flores nesse fechamento.Renato Santino, mais uma vez preterido no cargo de chefia, resolveu fazer corpo mole e não entregar seu texto a tempo. Na quarta-feira do fechamento, às 22h50, quando o Tio do Labre já apagava as luzes, Santo mandou via telex sua matéria para o editor, que teve de fazer milagre, já que apenas 1/3 dos 2500 caracteres pedidos foram escritos. Mesmo assim, os elogios foram muitos e a editoria de Conhecimento tornou-se uma das páginas mais lidas na USP, principalmente nos banheiros da FEA.
O que ninguém sabe é que, tivesse sido Santo o editor nessa edição, o jornalismo como o conhecemos seria totalmente revolucionado. As amarras da tradição gráfica e do texto jornalístico não são nada para nosso intrépido colega, que as trata como feijão no bandejão - desprezando-as. Trema, Dirceu! Esconda-se, Proença! Chupa, Mayrra! E é exatamente por isso que na próxima edição esse terrível erro já foi consertado e Cabid, o totalitário, tornar-se-á um reles repórter (a ser enviado ao campus Pirassununga para apuração). Trazemos agora um modelo perdido da página de Santo, encontrada em sua estação de trabalho na comunicação da FFLCH, entre episódios de Family Guy e emuladores de videogames da Nintendo. Here goes nothing...
Deixe abaixo seu comentário sobre essa obra-prima da diagramação, aprovado até mesmo pela ""professora"" Carla Fernanda Fontana, cuja famosa frase é "bom gosto zero".
Então é isso, fellas! Mais uma vez, R. Santino é personagem nesse espaço virtual, que agora volta com toda força. Não perca em breve a triste história de um técnico audiovisual sem-teto, sem-terra e sem-ferconha. Abrás!
